ADOOOOOOOORO!!!!
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Friday, February 26, 2010
da série "teu passado te condena"
Johnny Depp fazendo "Cry Baby", um ídolo do Rock'n'roll dos anos 50, beeeeeem malvadinho, mas que no final amolece seu coração por um "brotinho" legal:

ADOOOOOOOORO!!!!
ADOOOOOOOORO!!!!
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Wednesday, February 24, 2010
O que Demolidor e Matrix tem em comum?
Um mesmo ator coadjuvante, que eu nem sabia que fazia os dois filmes: Joe Pantoliano. Ele é o quase inescrupuloso jornalista Ben Urich, que se redime no final, e o desvirtuado Cypher, rebelde que se rebelou... Eu sei, pra muitos isso é como descobrir a pólvora, mas eu gosto da sensação que dá quando se descobre algo sozinho, ou melhor, com a ajuda da internet.
Outra coisa "fantárdiga" que eu descobri é uma paternidade ignorada: O "rei do crime" Michael Clarke e o melhor amigo do super boy, Sam Jones III. Sério? Sei lá!! Só sei que eles são muito parecidos, não fosse pela porte:
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Wednesday, January 06, 2010
Playback time, by Carson Clay (Willem Dafoe)
Pra quem só o conhece como o nosso querido Duende Verde Senior, do filme "Spider man", Willem Dafoe atacou de diretor (personagem) no filme "As férias de Mr. Bean". O filme é aquela velha e incomodante comédia de erros que Rowan Atkinson, a despeito do que muitos acham, brilhantemente faz, e este é o curta que eles estão indo ver em Cannes, já que a atriz que dá carona a Mr. Bean faz uma ponta (aliás, pontinha, porque Carson corta as falas da garota). Olha que viagem:
O curta está neste outro link, cuja incorporação infelizmente o dono desativou.
O curta está neste outro link, cuja incorporação infelizmente o dono desativou.
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Saturday, July 25, 2009
Vídeo de comemoração dos 25 anos da web
Catei no Yahoo, muito legal. O vídeo mostra o quanto a comunicação online e a nossa vida em geral mudou nesses últimos 25 anos, de uma forma bem frenética, bem atual mesmo. vale a pena ver, mesmo na minha "BUndinha" não larga, hehe...
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Monday, April 20, 2009
Pros (ainda) alienados
Propaganda pra quem ainda acredita que 1) O aquecimento global ainda é um problema distante, ou seja, só tá causando problema nos pólos (como se todos nós não estivéssemos ligados...) e 2) O problema, se é que ele existe (duh...) não é seu.
...
...
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Friday, February 27, 2009
o efeito borboleta x a hora do planeta
Bom, eu até tentei ler o livro pra ver se ele se aprofundava mais no tema do que o filme. Mas vi o outro lado da moeda, ele se aprofunda demais. Tipo pré-sal, entende? Não dá pra mim ainda, estou meio artesiana... Mas posso dizer com propriedade: aquilo que o Ashton Kutcher fazia no filme não é nenhuma ficção. Digo pelo seguinte: simplificando as coisas, todo mundo é responsável por toda e qualquer mudança em qualquer âmbito, no meio em que vive. E assim como uma onda, cada ação gera uma outra ação, que por sua vez gera outra e assim sucessivamente, até que uma hora a coisa volta pra você. Não é simplesmente uma questão de ação e reação. E isso anula qualquer esforço que você faça para se eximir da responsabilidade pelo que acontece no mundo. É o extremo oposto daquela cantilena: "Por que vou fazer algo pelo mundo, se o meu vizinho não faz nada?". Ao contrário do que você pensa meu amigo, seu único e precioso gesto pode fazer TODA a diferença. Lembra daquele seu amigo que te tirou da maior fossa simplesmente porque contou uma piada idiota? Pois é, ele pode ter salvo a sua vida, e por extensão a da sua família, e a de milhares de pessoas que dependem de você, direta ou indiretamente. E de repente ele nem se deu conta de que ele um dia fez a diferença.
Não se subestime. Coisas que você faz todo dia, ou não, ou aquilo que você faz diferente de outras pessoas que você conhece, são importantes, para o bem ou para o mal. Mesmo que pareça idiotice quando falamos. Desde que me entendo por gente, guardo lixinho nos bolsos ou na bolsa, quando estou na rua e não acho uma lata de lixo. Mesmo quando vejo montes de "lixões" espalhados pelo meu caminho. Meu lixo em casa vai para o latão em dois sacos (brancos, os coloridos demoram mais para se decompor): um de lixo "seco" (reciclável) e o outro de lixo "umido", aquele chamado de não reciclável, o orgânico. Mesmo que eu saiba que na minha cidade apenas 2% do lixo vai para cooperativas. Tem nada não. Rejeito as sacolas de mercado quando compro um ou dos itens, mesmo vendo que a dona atrás de mim coloca um saco dentro do outro pra levar uma garrafa de óleo. Ah, outra coisa que eu tenho cuidado, guardo meu óleo usado(que por sinal é muito pouco, porque frito meus bifes na própria gordura, e ainda sobra - santo teflon) eu guardo em garrafinhas pet e levo pra fazer sabão. Todas as lâmpadas de casa são fluorescentes, e não é (só) porque sou pão-dura; Até um pouco antes de me formar, complementava minha renda com cartões de papel reciclado que fazia com as folhas dos trabalhos da faculdade, de um período para o outro... enfim, coisas que eu faço, mas pouca gente sabe, porque dizem logo aquela frase idiota lá de cima. E sinceramente, tou ficando meio velha e sem paciência pra explicar o porquê dessas "bobeiras". Eu acho pouco, ainda. Queria poder fazer mais. Tenho certeza que se eu fizesse um pouco mais, adiaria um pouco mais nosso triste fim nesse planetinha.
Em tempo: o post mais nonsense de todo esse blog não disse a que veio logo de cara, por isso a cara de consternado de alguns e esse adendo: Aderi à campanha da WWF "a hora do planeta". Façam alguma coisa também, Não parece não mas faz diferença. Senão vou começar tudo de novo, que escrever "palpitagens" da forma mais pernóstica possível é comigo mesmo!
Entra aí e se cadastra!!
Não se subestime. Coisas que você faz todo dia, ou não, ou aquilo que você faz diferente de outras pessoas que você conhece, são importantes, para o bem ou para o mal. Mesmo que pareça idiotice quando falamos. Desde que me entendo por gente, guardo lixinho nos bolsos ou na bolsa, quando estou na rua e não acho uma lata de lixo. Mesmo quando vejo montes de "lixões" espalhados pelo meu caminho. Meu lixo em casa vai para o latão em dois sacos (brancos, os coloridos demoram mais para se decompor): um de lixo "seco" (reciclável) e o outro de lixo "umido", aquele chamado de não reciclável, o orgânico. Mesmo que eu saiba que na minha cidade apenas 2% do lixo vai para cooperativas. Tem nada não. Rejeito as sacolas de mercado quando compro um ou dos itens, mesmo vendo que a dona atrás de mim coloca um saco dentro do outro pra levar uma garrafa de óleo. Ah, outra coisa que eu tenho cuidado, guardo meu óleo usado(que por sinal é muito pouco, porque frito meus bifes na própria gordura, e ainda sobra - santo teflon) eu guardo em garrafinhas pet e levo pra fazer sabão. Todas as lâmpadas de casa são fluorescentes, e não é (só) porque sou pão-dura; Até um pouco antes de me formar, complementava minha renda com cartões de papel reciclado que fazia com as folhas dos trabalhos da faculdade, de um período para o outro... enfim, coisas que eu faço, mas pouca gente sabe, porque dizem logo aquela frase idiota lá de cima. E sinceramente, tou ficando meio velha e sem paciência pra explicar o porquê dessas "bobeiras". Eu acho pouco, ainda. Queria poder fazer mais. Tenho certeza que se eu fizesse um pouco mais, adiaria um pouco mais nosso triste fim nesse planetinha.
Em tempo: o post mais nonsense de todo esse blog não disse a que veio logo de cara, por isso a cara de consternado de alguns e esse adendo: Aderi à campanha da WWF "a hora do planeta". Façam alguma coisa também, Não parece não mas faz diferença. Senão vou começar tudo de novo, que escrever "palpitagens" da forma mais pernóstica possível é comigo mesmo!
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Friday, January 23, 2009
Bridget Jones: a saga da doida adolescente mental
Bom, hoje comentaremos sobre a série (bem, foram dois livros/filmes, não?) “O diário de Bridget Jones”. Como comentário geral, pode-se dizer que o mote é muito bom (diários, blogs, sempre dão bons motes, hihihi...). É possível, estruturalmente falando, contar qualquer história, até mesmo uma romântica e sem-sal história de amor, através de uma narrativa em primeira pessoa, em formato de confidências a um diário. Veja bem, quando se conta uma história a alguém, a tendência é dissimular certos pecadinhos conscientes, ou distorcer algumas passagens constrangedoras para o narrador. Mas não se mente para um diário (a menos que seja seu peso, cigarros fumados ou calorias consumidas...!). Tudo se torna mais real, mais próximo, mais humano...e isso compensa o fato de estarmos lidando com uma pessoa inverossímil.
Não, é sério, Bridget Jones não existe! Não é papo de padre Quevedo não. Que pessoa (não estou nem me limitando ao sexo feminino) que aos 30 anos ainda depende emocionalmente dos pais, apesar de “odiar”, não sabe a quantas anda suas finanças, contrai dívidas e quebra pra, no minuto seguinte, sair às compras, simplesmente por estar deprimida? Ou ainda, gosta de uma pessoa, mas não confia, nem dá um crédito de confiança? Que confere a caixa postal de minuto em minuto, depois que desconfia que cometeu um erro ao não confiar na supracitada pessoa? Que se engana e se neurotiza com a própria balança? Sabe que vai se atrasar para o trabalho, um encontro ou algo do gênero, e não faz nada pra mudar isso? Que se perde em prazos porque devaneia demais? Tudo isso junto, e repito, aos 30 anos de idade? Geralmente encontramos esse padrão em uma adolescente. Psicologicamente falando, a adolescência não tem um período certo para acabar, e a maturidade não começa automaticamente. É tudo um processo, o que nos leva a crer que nossa Bridget nada mais é do que uma adolescente no corpo de uma balzaca.
Mas isso não tira a diversão, é claro. Pelo contrário, acentua ainda mais a diversão. Podemos rir livremente, sabendo que é (quase) impossível sermos iguais a ela. Estamos perdoadas, nos livramos do “roto rindo do esfarrapado”. Sem dúvida é uma ótima sensação. Vi primeiro o filme, tinha acabado de ser demitida, um pouco antes de saber que estava grávida. Precisava me divertir e desanuviar um pouco. Peguei o filme, e não me arrependi. Quase como um livro de auto-ajuda às avessas, ele me fez ver que a culpa nunca é da gente. Mesmo que seja, quase sempre. Apesar de todas as coisas estúpidas que se faz, sempre se pode ser feliz, encontrar alguém que, apesar de toda a nossa incredulidade, poderia até brigar no meio da rua por nossa causa, e que gosta até de todos os nossos defeitos.
Por fim, fora o fato de o filme enfatizar muito mais as relações amorosas do que o livro, ambos são muito bons. Os filmes são bem leves, bastante digeríveis, e os livros são fáceis de ler, dado o formato em capítulos curtos (dias, né?). Reserve para aqueles dias quando você se sente o cocô do cavalo do bandido. Você se surpreenderá com o resultado. E não se preocupe se você não tem paciência para ler. O filme faz o mesmo efeito. E você ainda se deliciar com Colin Firth e Hugh Grant se socando por uma mulher que pode ser você. Ou, se for homem, ver-se no lugar de Firth, apanhando e depois ganhando aquela gordinha que ta na seca, desesperada pra, er, ficar com você.
Próxima atração: Virginia Wolf ou Dan Brown? Fique ligado!!
Não, é sério, Bridget Jones não existe! Não é papo de padre Quevedo não. Que pessoa (não estou nem me limitando ao sexo feminino) que aos 30 anos ainda depende emocionalmente dos pais, apesar de “odiar”, não sabe a quantas anda suas finanças, contrai dívidas e quebra pra, no minuto seguinte, sair às compras, simplesmente por estar deprimida? Ou ainda, gosta de uma pessoa, mas não confia, nem dá um crédito de confiança? Que confere a caixa postal de minuto em minuto, depois que desconfia que cometeu um erro ao não confiar na supracitada pessoa? Que se engana e se neurotiza com a própria balança? Sabe que vai se atrasar para o trabalho, um encontro ou algo do gênero, e não faz nada pra mudar isso? Que se perde em prazos porque devaneia demais? Tudo isso junto, e repito, aos 30 anos de idade? Geralmente encontramos esse padrão em uma adolescente. Psicologicamente falando, a adolescência não tem um período certo para acabar, e a maturidade não começa automaticamente. É tudo um processo, o que nos leva a crer que nossa Bridget nada mais é do que uma adolescente no corpo de uma balzaca.
Mas isso não tira a diversão, é claro. Pelo contrário, acentua ainda mais a diversão. Podemos rir livremente, sabendo que é (quase) impossível sermos iguais a ela. Estamos perdoadas, nos livramos do “roto rindo do esfarrapado”. Sem dúvida é uma ótima sensação. Vi primeiro o filme, tinha acabado de ser demitida, um pouco antes de saber que estava grávida. Precisava me divertir e desanuviar um pouco. Peguei o filme, e não me arrependi. Quase como um livro de auto-ajuda às avessas, ele me fez ver que a culpa nunca é da gente. Mesmo que seja, quase sempre. Apesar de todas as coisas estúpidas que se faz, sempre se pode ser feliz, encontrar alguém que, apesar de toda a nossa incredulidade, poderia até brigar no meio da rua por nossa causa, e que gosta até de todos os nossos defeitos.
Por fim, fora o fato de o filme enfatizar muito mais as relações amorosas do que o livro, ambos são muito bons. Os filmes são bem leves, bastante digeríveis, e os livros são fáceis de ler, dado o formato em capítulos curtos (dias, né?). Reserve para aqueles dias quando você se sente o cocô do cavalo do bandido. Você se surpreenderá com o resultado. E não se preocupe se você não tem paciência para ler. O filme faz o mesmo efeito. E você ainda se deliciar com Colin Firth e Hugh Grant se socando por uma mulher que pode ser você. Ou, se for homem, ver-se no lugar de Firth, apanhando e depois ganhando aquela gordinha que ta na seca, desesperada pra, er, ficar com você.
Próxima atração: Virginia Wolf ou Dan Brown? Fique ligado!!
Sunday, January 11, 2009
livros recomendados baseados em filmes
Bom, esse tipo de "análise palpitativa" aqui desse bloguito é inédita, com certeza. O que é irônico pelo fato de eu ser completamente louca por livros, mas compreensível pelo fato de não ser tão cinéfila assim. Ou talvez não. Sei lá. De repente o fato de não ser tão aficionada por filmes me desperte a vontade de defender os livros dos quais eles se originaram. O caso é que agora tenho visto bastante filmes (graças ao meu apaixonado marido, fã de filmes e não tão fã de livros - prefere revistas especializadas. Mas ainda mudo isso, hehe). E minha mente "nuts" decidiu, para azar de vocês, pobres leitores incautos, falar sobre esse assunto.
Vou começar pelo já clássico (pra não dizer velho), "Diário de Bridget Jones". No próximo bloco, quer dizer, post. Um minuto pro comercial. Quer dizer, pro xixi.
Vou começar pelo já clássico (pra não dizer velho), "Diário de Bridget Jones". No próximo bloco, quer dizer, post. Um minuto pro comercial. Quer dizer, pro xixi.
Friday, December 01, 2006
"Practical magic"
Once upon a time there were two sisters, so similar yet so different. One was a romantic, dreamer girl who could not believe her own will, and the other was a gorgeous, smart girl, who deep down wished she were just like her sister, so talented and powerful.
One day the sisters found out they were cursed. They could never love a man, or else he might die. The romantic sister cried her eyes out, because she thought love would come for her, and she would be happier than her mother.The other one chose to live her life, discover a different path for her in the world. The first one, however, sat down and made an impossible man wishlist. That way she could never love and so no one would die.
The girls’ tutors, however, took pity on that lovely girl and conjured her dream lover. She was delighted to find out she really could love. They had kids, and she took all the precautions so that her love could live to love her for a long time. But suddenly, she saw a sign. She watched him die. That day on, she stopped believing in true love. Or at least she thought she did.
Meanwhile, the smart sister keeps fooling around. Until she accidentaly kills one of her boyfriends, who used to treat her bad. She involves her nice sister into it, and they have to hide the body.
They have a lot of trouble with that. Even a detective is sent to investigate the man’s disappearance, but he falls for the nice sister, who is now against love (and its consequences). Things are getting really strange, when the detective has a sense the sisters are not innocent. He leaves the town to think about that.
The romantic sister suffers when the detective goes away, but decides it was for good. Then she realises he has all the items of her wishlist, and he was not cursed! She got so happy but did not know if there would be a chance for them...how her past would influence her future...one day she got a letter from the police, saying that the sisters are not involved with any crime. The smart sister encourages the nice sister to live her love...and so she does.
One day the sisters found out they were cursed. They could never love a man, or else he might die. The romantic sister cried her eyes out, because she thought love would come for her, and she would be happier than her mother.The other one chose to live her life, discover a different path for her in the world. The first one, however, sat down and made an impossible man wishlist. That way she could never love and so no one would die.
The girls’ tutors, however, took pity on that lovely girl and conjured her dream lover. She was delighted to find out she really could love. They had kids, and she took all the precautions so that her love could live to love her for a long time. But suddenly, she saw a sign. She watched him die. That day on, she stopped believing in true love. Or at least she thought she did.
Meanwhile, the smart sister keeps fooling around. Until she accidentaly kills one of her boyfriends, who used to treat her bad. She involves her nice sister into it, and they have to hide the body.
They have a lot of trouble with that. Even a detective is sent to investigate the man’s disappearance, but he falls for the nice sister, who is now against love (and its consequences). Things are getting really strange, when the detective has a sense the sisters are not innocent. He leaves the town to think about that.
The romantic sister suffers when the detective goes away, but decides it was for good. Then she realises he has all the items of her wishlist, and he was not cursed! She got so happy but did not know if there would be a chance for them...how her past would influence her future...one day she got a letter from the police, saying that the sisters are not involved with any crime. The smart sister encourages the nice sister to live her love...and so she does.
(impressions by Bianca Miglioli - the Portuguese version of this text can be found in the fotolog)
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Saturday, February 25, 2006
Five points that explode the heart
1. to believe in something for a really long time, just to find out after all it was not real
Acreditar que se sabe fazer alguma coisa bem, acreditar que alguém te ama exclusivamente (seja namoro ou amizade), achar que se pode sempre começar de novo, acreditar que alguém só queria ajudar... escolham. Ou acrescentem mais, se preferirem. Começa por aí. Ilusão.
2. to see something happen right in front of you, and not be able to change it or help
Situações familiares, coisas loucas que acontecem sem explicação, fenômenos quase sobrenaturais, casos em que, por mais que você ofereça soluções, sempre vem o contra ataque. E às vezes da própria pessoa a ser ajudada. Mas isso é outro ponto. Injustiça.
3. to get angry at anything, waste time with fruitless wars
Não fez direito! Não interessa, não é assim! Não está certo! Eu estou certa!! Morrer de ódio de alguém, às vezes sem saber nem porquê. Viver sendo magoada pela truculência de quem se espera compreensão. Tanto o atirador quanto o alvo perdem nessa história. Loucura.
4. to look ahead and see no perspective
Planejar em cima de sonhos e acordar sem realidade. Escrever objetivos na areia da praia. Passar o dia sem saber o que vai ser do amanhã. Esperar que a vida melhore sem fazer por onde, ou sem ajudar a sorte. Morrer de medo da conta de telefone chegar. Viver sobrevivendo. Incerteza.
5. to show that you care and receive a cold look
Cuidar e não receber afeto.Tentar agradar e não ser notada. Estudar pra burro e se dedicar no trabalho e não ser reconhecida, ou simplesmente não existir para o mercado de trabalho. Indiferença.
Acreditar que se sabe fazer alguma coisa bem, acreditar que alguém te ama exclusivamente (seja namoro ou amizade), achar que se pode sempre começar de novo, acreditar que alguém só queria ajudar... escolham. Ou acrescentem mais, se preferirem. Começa por aí. Ilusão.
2. to see something happen right in front of you, and not be able to change it or help
Situações familiares, coisas loucas que acontecem sem explicação, fenômenos quase sobrenaturais, casos em que, por mais que você ofereça soluções, sempre vem o contra ataque. E às vezes da própria pessoa a ser ajudada. Mas isso é outro ponto. Injustiça.
3. to get angry at anything, waste time with fruitless wars
Não fez direito! Não interessa, não é assim! Não está certo! Eu estou certa!! Morrer de ódio de alguém, às vezes sem saber nem porquê. Viver sendo magoada pela truculência de quem se espera compreensão. Tanto o atirador quanto o alvo perdem nessa história. Loucura.
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Planejar em cima de sonhos e acordar sem realidade. Escrever objetivos na areia da praia. Passar o dia sem saber o que vai ser do amanhã. Esperar que a vida melhore sem fazer por onde, ou sem ajudar a sorte. Morrer de medo da conta de telefone chegar. Viver sobrevivendo. Incerteza.
5. to show that you care and receive a cold look
Cuidar e não receber afeto.Tentar agradar e não ser notada. Estudar pra burro e se dedicar no trabalho e não ser reconhecida, ou simplesmente não existir para o mercado de trabalho. Indiferença.
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Wednesday, November 23, 2005
Sunday, August 28, 2005
Thursday, August 25, 2005
Sunday, August 21, 2005
dois filhos de Francisco

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Eu amo o Google!!!!
Aqui estão os dois filhos de Seu Francisco Teixeira (esclareço para que não me acusem por propaganda enganosa)
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Sunday, May 22, 2005
Sunday, October 13, 2002
Caramba!!!! Tinha me esquecido o quanto "The Scarlet Letter" é bom!!!! Ô estorinha bem contada, sô!!
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