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Friday, February 27, 2009

o efeito borboleta x a hora do planeta

Bom, eu até tentei ler o livro pra ver se ele se aprofundava mais no tema do que o filme. Mas vi o outro lado da moeda, ele se aprofunda demais. Tipo pré-sal, entende? Não dá pra mim ainda, estou meio artesiana... Mas posso dizer com propriedade: aquilo que o Ashton Kutcher fazia no filme não é nenhuma ficção. Digo pelo seguinte: simplificando as coisas, todo mundo é responsável por toda e qualquer mudança em qualquer âmbito, no meio em que vive. E assim como uma onda, cada ação gera uma outra ação, que por sua vez gera outra e assim sucessivamente, até que uma hora a coisa volta pra você. Não é simplesmente uma questão de ação e reação. E isso anula qualquer esforço que você faça para se eximir da responsabilidade pelo que acontece no mundo. É o extremo oposto daquela cantilena: "Por que vou fazer algo pelo mundo, se o meu vizinho não faz nada?". Ao contrário do que você pensa meu amigo, seu único e precioso gesto pode fazer TODA a diferença. Lembra daquele seu amigo que te tirou da maior fossa simplesmente porque contou uma piada idiota? Pois é, ele pode ter salvo a sua vida, e por extensão a da sua família, e a de milhares de pessoas que dependem de você, direta ou indiretamente. E de repente ele nem se deu conta de que ele um dia fez a diferença.
Não se subestime. Coisas que você faz todo dia, ou não, ou aquilo que você faz diferente de outras pessoas que você conhece, são importantes, para o bem ou para o mal. Mesmo que pareça idiotice quando falamos. Desde que me entendo por gente, guardo lixinho nos bolsos ou na bolsa, quando estou na rua e não acho uma lata de lixo. Mesmo quando vejo montes de "lixões" espalhados pelo meu caminho. Meu lixo em casa vai para o latão em dois sacos (brancos, os coloridos demoram mais para se decompor): um de lixo "seco" (reciclável) e o outro de lixo "umido", aquele chamado de não reciclável, o orgânico. Mesmo que eu saiba que na minha cidade apenas 2% do lixo vai para cooperativas. Tem nada não. Rejeito as sacolas de mercado quando compro um ou dos itens, mesmo vendo que a dona atrás de mim coloca um saco dentro do outro pra levar uma garrafa de óleo. Ah, outra coisa que eu tenho cuidado, guardo meu óleo usado(que por sinal é muito pouco, porque frito meus bifes na própria gordura, e ainda sobra - santo teflon) eu guardo em garrafinhas pet e levo pra fazer sabão. Todas as lâmpadas de casa são fluorescentes, e não é (só) porque sou pão-dura; Até um pouco antes de me formar, complementava minha renda com cartões de papel reciclado que fazia com as folhas dos trabalhos da faculdade, de um período para o outro... enfim, coisas que eu faço, mas pouca gente sabe, porque dizem logo aquela frase idiota lá de cima. E sinceramente, tou ficando meio velha e sem paciência pra explicar o porquê dessas "bobeiras". Eu acho pouco, ainda. Queria poder fazer mais. Tenho certeza que se eu fizesse um pouco mais, adiaria um pouco mais nosso triste fim nesse planetinha.
Em tempo: o post mais nonsense de todo esse blog não disse a que veio logo de cara, por isso a cara de consternado de alguns e esse adendo: Aderi à campanha da WWF "a hora do planeta". Façam alguma coisa também, Não parece não mas faz diferença. Senão vou começar tudo de novo, que escrever "palpitagens" da forma mais pernóstica possível é comigo mesmo!
Entra aí e se cadastra!!
Hora do Planeta 2009.

Friday, January 23, 2009

Bridget Jones: a saga da doida adolescente mental

Bom, hoje comentaremos sobre a série (bem, foram dois livros/filmes, não?) “O diário de Bridget Jones”. Como comentário geral, pode-se dizer que o mote é muito bom (diários, blogs, sempre dão bons motes, hihihi...). É possível, estruturalmente falando, contar qualquer história, até mesmo uma romântica e sem-sal história de amor, através de uma narrativa em primeira pessoa, em formato de confidências a um diário. Veja bem, quando se conta uma história a alguém, a tendência é dissimular certos pecadinhos conscientes, ou distorcer algumas passagens constrangedoras para o narrador. Mas não se mente para um diário (a menos que seja seu peso, cigarros fumados ou calorias consumidas...!). Tudo se torna mais real, mais próximo, mais humano...e isso compensa o fato de estarmos lidando com uma pessoa inverossímil.
Não, é sério, Bridget Jones não existe! Não é papo de padre Quevedo não. Que pessoa (não estou nem me limitando ao sexo feminino) que aos 30 anos ainda depende emocionalmente dos pais, apesar de “odiar”, não sabe a quantas anda suas finanças, contrai dívidas e quebra pra, no minuto seguinte, sair às compras, simplesmente por estar deprimida? Ou ainda, gosta de uma pessoa, mas não confia, nem dá um crédito de confiança? Que confere a caixa postal de minuto em minuto, depois que desconfia que cometeu um erro ao não confiar na supracitada pessoa? Que se engana e se neurotiza com a própria balança? Sabe que vai se atrasar para o trabalho, um encontro ou algo do gênero, e não faz nada pra mudar isso? Que se perde em prazos porque devaneia demais? Tudo isso junto, e repito, aos 30 anos de idade? Geralmente encontramos esse padrão em uma adolescente. Psicologicamente falando, a adolescência não tem um período certo para acabar, e a maturidade não começa automaticamente. É tudo um processo, o que nos leva a crer que nossa Bridget nada mais é do que uma adolescente no corpo de uma balzaca.
Mas isso não tira a diversão, é claro. Pelo contrário, acentua ainda mais a diversão. Podemos rir livremente, sabendo que é (quase) impossível sermos iguais a ela. Estamos perdoadas, nos livramos do “roto rindo do esfarrapado”. Sem dúvida é uma ótima sensação. Vi primeiro o filme, tinha acabado de ser demitida, um pouco antes de saber que estava grávida. Precisava me divertir e desanuviar um pouco. Peguei o filme, e não me arrependi. Quase como um livro de auto-ajuda às avessas, ele me fez ver que a culpa nunca é da gente. Mesmo que seja, quase sempre. Apesar de todas as coisas estúpidas que se faz, sempre se pode ser feliz, encontrar alguém que, apesar de toda a nossa incredulidade, poderia até brigar no meio da rua por nossa causa, e que gosta até de todos os nossos defeitos.
Por fim, fora o fato de o filme enfatizar muito mais as relações amorosas do que o livro, ambos são muito bons. Os filmes são bem leves, bastante digeríveis, e os livros são fáceis de ler, dado o formato em capítulos curtos (dias, né?). Reserve para aqueles dias quando você se sente o cocô do cavalo do bandido. Você se surpreenderá com o resultado. E não se preocupe se você não tem paciência para ler. O filme faz o mesmo efeito. E você ainda se deliciar com Colin Firth e Hugh Grant se socando por uma mulher que pode ser você. Ou, se for homem, ver-se no lugar de Firth, apanhando e depois ganhando aquela gordinha que ta na seca, desesperada pra, er, ficar com você.
Próxima atração: Virginia Wolf ou Dan Brown? Fique ligado!!

Sunday, January 11, 2009

livros recomendados baseados em filmes

Bom, esse tipo de "análise palpitativa" aqui desse bloguito é inédita, com certeza. O que é irônico pelo fato de eu ser completamente louca por livros, mas compreensível pelo fato de não ser tão cinéfila assim. Ou talvez não. Sei lá. De repente o fato de não ser tão aficionada por filmes me desperte a vontade de defender os livros dos quais eles se originaram. O caso é que agora tenho visto bastante filmes (graças ao meu apaixonado marido, fã de filmes e não tão fã de livros - prefere revistas especializadas. Mas ainda mudo isso, hehe). E minha mente "nuts" decidiu, para azar de vocês, pobres leitores incautos, falar sobre esse assunto.
Vou começar pelo já clássico (pra não dizer velho), "Diário de Bridget Jones". No próximo bloco, quer dizer, post. Um minuto pro comercial. Quer dizer, pro xixi.

Tuesday, October 03, 2006

Marieta ataca novamente - mais um capítulo

oi.
Sei que nunca fui o que você achava que eu deveria ser. Por mais que nossa vida e convivência fosse perfeita, sabia que pra você, algo não se encaixava em mim. E sinceramente, isso nunca me afetou...até o dia em que você resolveu que deveria me mudar.
Meu amor por você nunca vai ser negociado, ele faz parte do meu ser, assim como prefiro acreditar que seja com você. Isso nem está em discussão. Agora, amar não pressupõe aceitar demandas sem questionar. Este direito você vem exercendo, não pelo seu poder hierárquico, como você pensa, mas pelo amor. Gostaria também de poder exercer esse direito, que também tenho, de questionar as nossas decisões, de não engolir o que não aceito.
Eu sempre fui diferente, concordo. Acho que pra você, se eu aparecesse um belo dia e dissesse: "Gente, sou lésbica", ou então "Vou me alistar na Legião Estrangeira", você provavelmente nem iria entranhar, porque de mim se esperaria algo assim, bem "tosco" e esdrúxulo. Depois da "não-surpresa", você iria tentar me demover da idéia, e talvez até fosse bem sucedida. Porque durante muito tempo, eu acreditei nos livros. Você nunca precisou me dizer quais eram nossos papéis na nossa relação, porque estava tudo lá. Se eu tivesse uma opinião, e ela fosse contraria a sua, provavelmente era porque a minha era errada, e apesar de ainda achar que não, pois pensava muito e pra mim era o que tinha lógica, eu aceitava a sua lógica, de pessoa mais velha e experiente. Mas sou mais velha e experiente agora, já vivi, já viajei, convivi com pessoas dos mais diferentes naipes e tive contato na prática, com o que antes eu deduzia na teoria e arquivava, para dar lugar aos seus "pré-conceitos" sobre a vida. Se antes eu concordava, apesar de matar meu ser aos poucos com essa atitude auto-repressora, hoje não mais. Sei que sou única no mundo, minhas opiniões e visões do mundo servem só pra mim, e mais ninguém, e tenho certeza que elas estão certas. Elas constituem a minha verdade, a Verdade sobre a minha existência, algo que vinha buscando, inconscientemente, desde que me entendo por gente. Então não ligue se eu ouvir seus "conselhos", assentir com educação, sair e fazer algo diferente. Respeito sua forma de viver, mas meu caminho quem vai traçar sou eu.

Um beijo.
Marieta C.

Wednesday, July 26, 2006

mais um capítulo

Capítulo III

“Querido Pedro”
Desculpe o mau jeito. Não sou muito de escrever, quer dizer, cartas, cartas de amor...Bem, eu acho que é isto, não? Vou começar de novo. E prometo não parar.
Sinto saudades. Quando nos conhecemos, não sei o que houve...sei que foi muito legal. O fato de você ter ficado comigo lá em Santiago, e depois na volta. Honestamente, quando chegamos naquele lugar tão fora do roteiro, tão...fora do mundo, imaginei que nada pudesse acontecer. Mas você aconteceu...E agora sinto saudades.
Queria muito saber por onde você anda...por quais trilhas anda peregrinando? Alguma aqui pelo Brasil? Por favor, mande notícias!
Sabe, isso é meio estranho. Quer dizer, foram duas semanas incríveis, nós nos conhecemos bem, mas agora... não sei, é estranho... queria te ver. Queria saber se você ainda quer me ver. De repente, estou me iludindo. Talvez você tenha uma namorada aí em Barcelona. Talvez até estivesse com ela quando nos conhecemos...Você tinha alguns mistérios, eu podia notar...Mas não quero saber. Só quero ver você. Olhar pra você. Saber se você é mesmo real.
Estou até pensando em conseguir alguma coisa em Terrasa. Meu pai tem alguns amigos por lá, de repente arruma uma bolsa de estudos...Quero fazer algo em Design, sei lá, de repente dá certo.
Bom, acho que é isso. Espero uma resposta. Vou ficar escrevendo, ater o correio começar a devolver as cartas por “endereço inexistente”, ou até você aparecer.
Beijos.
Marieta

Sunday, July 16, 2006

continuando o livro...

Capítulo II

- Marieta Coutinho!
- Presente.
- (não sei porque a gente precisa dessa chamada todo santo dia. Por que não nos chamam pelo número? Não nos dão um número?)
- Você quer ser só um número?
- ...

Claro que não. Marieta sabia que não era só um número. Mas isso era bobagem. Ela só não queria ouvi todos os dias seu sobrenome, que apesar de diminutivo tinha um peso digno de um aumentativo. Coisas de adolescente. Chatices. No fundo, tanto fazia ser Marieta como “número 35” para ela.
Margot volta a falar.
- Você vai mesmo à Europa, nas férias?
- Ainda não sei. Papai vem falando nessa viagem há tanto tempo que nem eu sei mais. Acho que a festa de debutante está mais fácil de sair.
- Que nada, ele vai é te fazer uma surpresona, você vai ver.
- Chegando em casa, Marieta vê o seu passaporte, novinho, em cima do aparador. “Quem diria. Eu, a herdeira dos Coutinho, aos 15 anos ainda virgem de passaporte. Isso é imoral!”, pensa, e com uma risada sobe para fazer as malas.

*****

Marieta passou dois meses na Europa. Quando foi, achou que ia adorar Londres, se apaixonar em Roma e descobrir seu maior mistério na Espanha. Detestou Londres, descobriu no que queria trabalhar em Milão e se apaixonou em Santiago de Compostela. O que ela foi fazer lá ainda é um mistério até para ela. O que o lugar fez com ela, no entanto, ela descobriu...

Friday, June 30, 2006

e agora, com vocês...o livro!!

Capítulo I

Marieta nasceu bem. Isso mesmo. Nasceu bem de saúde, bem de família, bem de vida. Como se fosse um sonho. Seus pais, casados havia dois anos, se amavam muito, e esperaram sua chegada com excitação. Ricos, ambos empresários, donos de uma famosa rede de lanchonetes, faziam mil planos para a vida que teriam dali em diante. Nada mais de 18 horas de trabalho por dia. Iriam se dedicar à filha. Afinal, tudo fora planejado para ser perfeito. Tinham dinheiro para se aposentar e idade para aproveitar.
Tudo corria bem, com o pai de Marieta chegando às seis (ele fazia uma ronda nos escritórios, só por precaução), e encontrando mãe e filha para um jantar em família. A mãe prestava consultoria, mas quase sempre seu trabalho era em casa, no telefone e fax. Enfim, eram uma família adorável. E Marieta, dentro deste ambiente tão harmonioso, crescia feliz e saudável. Corria pelos jardins, brincava com os animais da fazendinha...Só não tinha irmãos. Mas não parecia sentir falta, pois seus vizinhos iam sempre brincar com ela.
Aos cinco anos, a mãe resolveu que era hora de Marieta estudar. Contratou tutores, e Marieta estudou. Amava Literatura, Artes, Biologia. Às vezes até Matemática. Tudo para ela era um mistério a ser descoberto. Quando os pais decidiram levá-la a uma escola, o entusiasmo de Marieta amainou. Porém, ela logo se mostrou determinada e seguiu em frente. Cumpria suas metas e poderia ter sido oradora na formatura do ginásio, não fosse tão tímida.
Todo este capítulo, que muito fala e (aparentemente) nada diz, poderia ter sido dispensado. Marieta entenderia, claro, ela sabe o quanto um texto pode ser cansativo quando parece não ter um objetivo. Contudo, este é o mundo de Marieta, e não deve ter nem ser objetivo. A partir daí é que se pode entender os porquês. E os porquês virão. Marieta sabia. Para ela, os porquês vieram. Agora ela entende.

(continua)

Wednesday, March 08, 2006

auto análise pelo alfabeto

Tou querendo postar os capítulos do livro que estou escrevendo, mas na falta de coragem, vai uma bobeirinha que andei rabiscando, pra ver se eu me entendo melhor:

Amizade: Gosto muito de fazer amizades, sei chegar e conversar, ganhar a confiança de alguém. O estranho é que não consigo cultivar. Não sei paparicar, mimar, manter contato, sei lá, não tenho esse talento. Sou cismada com isso, queria ser mais dedicada aos meus amigos.

Beleza: Nunca me iludi, achando que era bonita. Simplesmente não vejo em quê. Tenho perna torta, coxa grande, uso óculos desde sempre (o que acaba sendo útil, pois disfarça o narigão), enfim...no conjunto, a coisa até que funciona, mas prefiro fazer o gênero intelectual mesmo.

Criatividade: Me acho criativa, apesar da autocrítica me fazer jogar fora uma peça de papier marché ou deletar um texto inteirinho, se achar que está ruim. É por esta razão que não publico nada, (fora o blog, que eu sei que ninguém vai criticar, afinal, nem comentam...). Também não vendo minhas peças de artesanato. Meus padrões são altos demais.

Decisões: Demoro muito para tomar uma decisão, às vezes até nem decido nada, se não tenho plena certeza. Não faço nada que eu possa me arrepender depois. Prefiro deixar as coisas se resolverem sozinhas. Mas quando resolvo fazer, não tem cristão que me tire do meu caminho. Vou até o fim. Mas sei quando é hora de parar e repensar as decisões.

Emoção: Sou reservada demais, em relação às minhas emoções. Mas também sou chorona demais. Não sou de falar muito, mas quem me conhece lê no meu rosto que algo não vai bem. E se conseguir furar minha carapaça, vai se arrepender, porque aí despejo tudo. E choro muito.

Família: Minha família é muito bagunçada. Então, desde que casei, tenho em mente que o bem estar em família é essencial. Conversamos muito, estabelecemos limites, nos divertimos juntos e tentamos resolver tudo na boa. Toda família tem seus problemas, mas eu tento sempre estar preparada para eles.

Generosidade: Sou daquelas que fica com a asa para um amigo comer a coxa. Às vezes é chato, mas não consigo dizer NÃO, cedo muito, sou até meio babaca e desconfio que as pessoas se aproveitam e me passam para trás. É ridículo, mas não consigo deixar de ser assim.

Humor: Variável demais. Às vezes fico um bom tempo de mau humor, mesmo sem querer, porque quero que a pessoa que me deixou assim note...mesmo sabendo que a única responsável pelo meu humor sou eu mesma. Quando passo por cima do orgulho, brigo na hora e o mau humor passa. Mas quando insisto em “punir” quem me deixou com raiva, aí já viu...

Depois posto o resto, ainda não achei todas as minhas letras...

Ah, e o layout? alguém gostou?? Eu faço já esperando a reação (ruim) do meu pequeno e seleto público, porque o que vier de bom é lucro... então, comentem!!!

Sunday, June 26, 2005

obrigação

Acho um saco escrever algo ou fazer qualquer outra coisa de que gosto obrigada (Jaqueline que não nos ouça, mas a cada tradução feita "a toque de caixa" pra cumprir prazo me faz morrer um pouco por dentro). Mas esta semana os "impression papers" saíram até fácil. Ajudou muito o texto de Sally Benson (The overcoat) e de Hemingway (In another country).
O primeiro é quase uma fábula; adoro textos em que o "fall" do protagonista vem em forma de epifania. Sou a rainha das epifanias. Acho super interessante alguém estar inconsciente de algo por um tempão e de repente se dar conta do real, em uma fração de segundos. Tudo se revela através de um pedaço de pano velho, ou de uma frase de efeito. É chocante.
Eita, passso mais de uma semana sem escrever aqui e quando venho fico falando de teria literária...duh...Ah, dê-me um desconto, esas podem ser as últimas palavras que escrevo sobre isso, já que estou me formando (eeeeeeh) e sem perspectivas na minha área a não ser aturar filhinhos de papai (com raras exceções) reclamando e pedindo pra eu falar em Português em sala e traduzindo toda e qualquer palavra que eu passo meia hora tentando explicar...
Ou vocês acham que eu vou mesmo virar escritora? Que a minha fada madrinha vai me estender o canudo rosa e PLIM! apareço de farda escura cheia de galões e ocupo uma cadeira na ABL? Ora pois, se nem Luis Fernando Veríssimo acredita que escritor é profissão, quem sou eu pra acreditar?...
Malu, no ano do Centenário de Érico Veríssimo (hoje mais conhecido como o pai do Luis Fernando Veríssimo), minha homenagem é pra você, que graças a localização privilegiada de seu nascimento, pôde fazer uma entrevista com o pai da Ana Terra e do Tibicuera, dentre outros. Oigalê, guria!


Sunday, May 01, 2005

Farsa de A a Z

veja aqui
e aqui também
É o mesmo texto, em dois links diferentes.
Agora, alguém acha por favor a defesa desse pessoal? Me matei de procurar uma explicação, mas não tem!!! E o que é pior, se isso é mesmo verdade, por que eles continuam divulgando o livro? Hoje mesmo vi o "merchand" no Gugu...vai entender...

Sunday, April 10, 2005

reflexão

SUGESTÕES DO CAMINHO (André Luiz)
Lamentar-se por quê?...
Aprender sempre, sim.
Cada criatura colherá da vida não só pelo que faz, mas também conforme esteja fazendo aquilo que faz.
Não se engane com falsas apreciações acerca de justiça, porque o tempo é o juiz de todos.
Recorde: tudo recebemos de Deus que nos transforma ou retira isso ou aquilo, segundo as nossas necessidades.
A humildade é um anjo mudo.
Tanto menos você necessite, mais terá.
Amanhã será, sem dúvida, um belo dia, mas para trabalhar e servir, renovar e aprender, hoje é melhor.
Não se iluda com a suposta felicidade daqueles que abandonam os próprios deveres, de vez que transitoriamente buscam fugir de si próprios como quem se embriaga para debalde esquecer.
O tempo é ouro, mas o serviço é luz.
Só existe um mal a temer: aquele que ainda exista em nós.
Não parar na edificação do bem, nem para colher os louros do espetáculo, nem para contar as pedras do caminho.
A tarefa parece fracassar? Siga adiante, trabalhando, que, muita vez é necessário sofrer, a fim de que Deus nos atenda à renovação.

Wednesday, March 16, 2005

Estou orando

IMPORTANTE

Não tens o que possuis,
Tens aquilo que dás.
Acima do que sabes,
Vale aquilo que és.
Sobre a própria palavra,
Olha as ações que crias.
Mais além do que podes,
Importa o que toleras.
De tudo quanto crês,
Vale mais o que fazes.
Em tudo quanto sofras,
Guarda a fé viva em Deus.

(Francisco Cândido Xavier por Emmanuel. in: Espera Servindo, ef. GEEM)

CRÊ E SERVE

"SE SOFRES, MOSTRA EM PRECES
A TUA HISTÓRIA A DEUS.
NÃO RECLAMES. RESTAURA.
NEM GRITES. AUXILIA.
A IMPACIÊNCIA AGITA.
A AFLIÇÃO DESCONFORTA.
ASSERENA-TE E SERVE.
CRÊ, TRABALHA E CONFIA.
NÃO ACUSES NINGUÉM.
A JUSTIÇA VÊ TUDO.
BARULHO EM TI COMPLICA
O SOCORRO DE DEUS."

(Emmanuel por Francisco Cândido Xavier)

Saturday, March 05, 2005

soninho...

REMORSO

"AGRADECE OS ENCARGOS QUE A VIDA TE CONFIA, PROCURANDO CUMPRÍ-LOS, ALEGREMENTE.
ALGUNS CENTÍMETROS DE REMORSO PESAM NO CORAÇÃO MAIS QUE UMA TONELADA DE SACRIFÍCIOS. "
(Emmanuel por Francisco Cândido Xavier. in: Monte Acima)


Falei que ia dormir, que acordei cedaço hoje, ainda me despenquei pra cidade comprar o que faltava pra enrolar os ovos de Páscoa das crianças, mas cadê...tou eu aqui enrolando...mas tudo bem...amanhã eu durmo até um pouquinho mais tarde...se Miguel deixar né?
bjim

Tuesday, February 08, 2005

Ju, que bom que nos encontramos!!!

QUE NOS ESTIMEM COMO SOMOS...

É maravilhoso quando as pessoas à nossa volta
gostam de nós e nos tratam com apreço e simpatia.
Porém, nem sempre isso ocorre.
E não acontecendo, ficamos chateados,
pensando no que podemos fazer
para nos tornarmos queridos...
Em consequência disso, modificamos atitudes,
simulamos hábitos, palavras e gestos;
frequentamos lugares e chegamos a imitar
a outrem só para agradarmos...
Incorremos no erro de forçarmos para agradar
as pessoas e atraí-las a nos estimarem.
No entanto, na arte de viver,
é preciso aprender que a espontaneidade é uma das maiores provas de afeição verdadeira e recíproca.
Quem se aproxima de nós e se "sintoniza" conosco,
deverá fazê-lo espontaneamente
e não por uma falsa imagem que criamos.
Não nos preocupemos em agradar a todos pois,
nem Jesus Cristo conseguiu.
Forçando atitudes, acabaremos nos sentindo infelizes.
Precisamos nos transformar,
só que com esforço sincero de melhoria íntima
e não teatralmente.
Que nos estimem como somos.
Se estimarmos aos outros,
gostarem de nós será consequência.

(Trecho do livro : "Reflexões Para a Paz")
" A suprema felicidade da vida é a convicção de ser amado por aquilo que você é,ou melhor, apesar daquilo que você é."
enviado por Malu
Lindo!!!

Saturday, November 27, 2004

Marco Aurélio pediu...


Não estarei lá, pois minha passagem é de pobre e não posso mudar a data (só viajo dia 20). Mas mandarei boas vibrações!!!

Sunday, November 03, 2002

Olha só o tema do meu Seminario de Literatura Inglesa:


Show de bola, né? Don Juan, de Lord Byron...

Sunday, October 13, 2002

Caramba!!!! Tinha me esquecido o quanto "The Scarlet Letter" é bom!!!! Ô estorinha bem contada, sô!!