A NUTS está no VEJABLOG!!!!
Que show!! Valeu mesmo!!
Já já vou pegar meu selo!
Wednesday, February 25, 2009
boa bosta bunda (a.k.a. Big Brother Brasil
Vocês já repararam naqueles flashes do BBB? Aqueles onde o repórter chato entrevista não sei quantas pessoas sobre alguma fofoca dos BBB's (uma ótima forma de os fofoqueiros enrustidos se "expressarem" sem serem julgados, aliás...)? Pois é, segura essa ponta do raciocínio um minuto.
Quantas pessoas vocês conhecem que veem MESMO o tal programa? Não, sério. Imagino que deva bater recordes em alguns lugares, mas eu duvido, duvido mesmo, que a Globo ainda tenha aquele Ibope todo de antigamente com esse troço.
Todo mundo que me conhece sabe a minha opinião. Não escondo de ninguém. Mas nunca malhei quem gostava de ver. Hoje em dia eu pergunto a todo mundo que encontro se estão acompanhando (pessoal tá até achando que quem tá vendo sou eu, e quem não gosta até me olha meio de banda...), e pasmem: conto nos dedos quem efetivamente vê (com exceção das inconvenientes entradas ao longo da programação. Olha que eu conheço muita gente, de vários lugares e classes sociais diferentes, não me restrinjo só ao meu círculo restrito de amizades, escolhida a dedo (por eles, hihihihi...)
Lembra da ponta que eu pedi pra você segurar? Então: Onde diacho aquele cara arruma tanta gente pra dar tanto palpite na vida dos outros, meu Pai?? Acho que pra cada flash que ele faz, deve ficar umas duas ou três horas perguntando: "Você assiste Big Brother?", "Ih, eu não cara, sai fora..."; "A senhora acompanha o BBB?", "Deus me livre meu filho, coisa chata...!", e por aí vai.
Não sei o que é pior, se o programa ou os flashes. Ah, sei sim. Pra mim os flashes são piores. Além do inconveniente de eu ter a minha programação "normal" interrompida, ter que olhar pra cara de cachorro daquele repórter dá ao "de olho no BBB" o troféu franboesa da televisão brasileira atual.
Quantas pessoas vocês conhecem que veem MESMO o tal programa? Não, sério. Imagino que deva bater recordes em alguns lugares, mas eu duvido, duvido mesmo, que a Globo ainda tenha aquele Ibope todo de antigamente com esse troço.
Todo mundo que me conhece sabe a minha opinião. Não escondo de ninguém. Mas nunca malhei quem gostava de ver. Hoje em dia eu pergunto a todo mundo que encontro se estão acompanhando (pessoal tá até achando que quem tá vendo sou eu, e quem não gosta até me olha meio de banda...), e pasmem: conto nos dedos quem efetivamente vê (com exceção das inconvenientes entradas ao longo da programação. Olha que eu conheço muita gente, de vários lugares e classes sociais diferentes, não me restrinjo só ao meu círculo restrito de amizades, escolhida a dedo (por eles, hihihihi...)
Lembra da ponta que eu pedi pra você segurar? Então: Onde diacho aquele cara arruma tanta gente pra dar tanto palpite na vida dos outros, meu Pai?? Acho que pra cada flash que ele faz, deve ficar umas duas ou três horas perguntando: "Você assiste Big Brother?", "Ih, eu não cara, sai fora..."; "A senhora acompanha o BBB?", "Deus me livre meu filho, coisa chata...!", e por aí vai.
Não sei o que é pior, se o programa ou os flashes. Ah, sei sim. Pra mim os flashes são piores. Além do inconveniente de eu ter a minha programação "normal" interrompida, ter que olhar pra cara de cachorro daquele repórter dá ao "de olho no BBB" o troféu franboesa da televisão brasileira atual.
Wednesday, February 11, 2009
postagens RSS e ATOM - feeds, enfim
Gente!!! Descobri a pólvora!!
Acabei de me desenrolar no uso da ferramenta de feeds - agora, todos os blogs e sites que acompanho estão juntos, para que eu possa ver as atualizações sem precisar entrar de um em um. Até porque sempre esqueço de algum (aprender a entrar pelo link que ela mesma colocou, necas...). Mas, aí, super legal. Me embolei um pouco no início, achei até que tinha feito algo errado, sei lá, de repente precisava de uma palavra mágica - "abre-te, site", quem sabe, mas depois que esperei (paciência com "edge connection" é fundamental...)tava lá, tudinho, atualizado, pronto pra ser lido. Santa tecnologia, Batman...
Em tempo: se um dos meus três leitores fiéis quiser, também pode adicionar o meu modesto blog aos seus respectivos feeds. prometo que vocês terão ao menos um post semanal pra justificar o espaço das suas listas de leitura. Beijins.
Acabei de me desenrolar no uso da ferramenta de feeds - agora, todos os blogs e sites que acompanho estão juntos, para que eu possa ver as atualizações sem precisar entrar de um em um. Até porque sempre esqueço de algum (aprender a entrar pelo link que ela mesma colocou, necas...). Mas, aí, super legal. Me embolei um pouco no início, achei até que tinha feito algo errado, sei lá, de repente precisava de uma palavra mágica - "abre-te, site", quem sabe, mas depois que esperei (paciência com "edge connection" é fundamental...)tava lá, tudinho, atualizado, pronto pra ser lido. Santa tecnologia, Batman...
Em tempo: se um dos meus três leitores fiéis quiser, também pode adicionar o meu modesto blog aos seus respectivos feeds. prometo que vocês terão ao menos um post semanal pra justificar o espaço das suas listas de leitura. Beijins.
Marcadores:
imprevistos
Friday, January 23, 2009
Bridget Jones: a saga da doida adolescente mental
Bom, hoje comentaremos sobre a série (bem, foram dois livros/filmes, não?) “O diário de Bridget Jones”. Como comentário geral, pode-se dizer que o mote é muito bom (diários, blogs, sempre dão bons motes, hihihi...). É possível, estruturalmente falando, contar qualquer história, até mesmo uma romântica e sem-sal história de amor, através de uma narrativa em primeira pessoa, em formato de confidências a um diário. Veja bem, quando se conta uma história a alguém, a tendência é dissimular certos pecadinhos conscientes, ou distorcer algumas passagens constrangedoras para o narrador. Mas não se mente para um diário (a menos que seja seu peso, cigarros fumados ou calorias consumidas...!). Tudo se torna mais real, mais próximo, mais humano...e isso compensa o fato de estarmos lidando com uma pessoa inverossímil.
Não, é sério, Bridget Jones não existe! Não é papo de padre Quevedo não. Que pessoa (não estou nem me limitando ao sexo feminino) que aos 30 anos ainda depende emocionalmente dos pais, apesar de “odiar”, não sabe a quantas anda suas finanças, contrai dívidas e quebra pra, no minuto seguinte, sair às compras, simplesmente por estar deprimida? Ou ainda, gosta de uma pessoa, mas não confia, nem dá um crédito de confiança? Que confere a caixa postal de minuto em minuto, depois que desconfia que cometeu um erro ao não confiar na supracitada pessoa? Que se engana e se neurotiza com a própria balança? Sabe que vai se atrasar para o trabalho, um encontro ou algo do gênero, e não faz nada pra mudar isso? Que se perde em prazos porque devaneia demais? Tudo isso junto, e repito, aos 30 anos de idade? Geralmente encontramos esse padrão em uma adolescente. Psicologicamente falando, a adolescência não tem um período certo para acabar, e a maturidade não começa automaticamente. É tudo um processo, o que nos leva a crer que nossa Bridget nada mais é do que uma adolescente no corpo de uma balzaca.
Mas isso não tira a diversão, é claro. Pelo contrário, acentua ainda mais a diversão. Podemos rir livremente, sabendo que é (quase) impossível sermos iguais a ela. Estamos perdoadas, nos livramos do “roto rindo do esfarrapado”. Sem dúvida é uma ótima sensação. Vi primeiro o filme, tinha acabado de ser demitida, um pouco antes de saber que estava grávida. Precisava me divertir e desanuviar um pouco. Peguei o filme, e não me arrependi. Quase como um livro de auto-ajuda às avessas, ele me fez ver que a culpa nunca é da gente. Mesmo que seja, quase sempre. Apesar de todas as coisas estúpidas que se faz, sempre se pode ser feliz, encontrar alguém que, apesar de toda a nossa incredulidade, poderia até brigar no meio da rua por nossa causa, e que gosta até de todos os nossos defeitos.
Por fim, fora o fato de o filme enfatizar muito mais as relações amorosas do que o livro, ambos são muito bons. Os filmes são bem leves, bastante digeríveis, e os livros são fáceis de ler, dado o formato em capítulos curtos (dias, né?). Reserve para aqueles dias quando você se sente o cocô do cavalo do bandido. Você se surpreenderá com o resultado. E não se preocupe se você não tem paciência para ler. O filme faz o mesmo efeito. E você ainda se deliciar com Colin Firth e Hugh Grant se socando por uma mulher que pode ser você. Ou, se for homem, ver-se no lugar de Firth, apanhando e depois ganhando aquela gordinha que ta na seca, desesperada pra, er, ficar com você.
Próxima atração: Virginia Wolf ou Dan Brown? Fique ligado!!
Não, é sério, Bridget Jones não existe! Não é papo de padre Quevedo não. Que pessoa (não estou nem me limitando ao sexo feminino) que aos 30 anos ainda depende emocionalmente dos pais, apesar de “odiar”, não sabe a quantas anda suas finanças, contrai dívidas e quebra pra, no minuto seguinte, sair às compras, simplesmente por estar deprimida? Ou ainda, gosta de uma pessoa, mas não confia, nem dá um crédito de confiança? Que confere a caixa postal de minuto em minuto, depois que desconfia que cometeu um erro ao não confiar na supracitada pessoa? Que se engana e se neurotiza com a própria balança? Sabe que vai se atrasar para o trabalho, um encontro ou algo do gênero, e não faz nada pra mudar isso? Que se perde em prazos porque devaneia demais? Tudo isso junto, e repito, aos 30 anos de idade? Geralmente encontramos esse padrão em uma adolescente. Psicologicamente falando, a adolescência não tem um período certo para acabar, e a maturidade não começa automaticamente. É tudo um processo, o que nos leva a crer que nossa Bridget nada mais é do que uma adolescente no corpo de uma balzaca.
Mas isso não tira a diversão, é claro. Pelo contrário, acentua ainda mais a diversão. Podemos rir livremente, sabendo que é (quase) impossível sermos iguais a ela. Estamos perdoadas, nos livramos do “roto rindo do esfarrapado”. Sem dúvida é uma ótima sensação. Vi primeiro o filme, tinha acabado de ser demitida, um pouco antes de saber que estava grávida. Precisava me divertir e desanuviar um pouco. Peguei o filme, e não me arrependi. Quase como um livro de auto-ajuda às avessas, ele me fez ver que a culpa nunca é da gente. Mesmo que seja, quase sempre. Apesar de todas as coisas estúpidas que se faz, sempre se pode ser feliz, encontrar alguém que, apesar de toda a nossa incredulidade, poderia até brigar no meio da rua por nossa causa, e que gosta até de todos os nossos defeitos.
Por fim, fora o fato de o filme enfatizar muito mais as relações amorosas do que o livro, ambos são muito bons. Os filmes são bem leves, bastante digeríveis, e os livros são fáceis de ler, dado o formato em capítulos curtos (dias, né?). Reserve para aqueles dias quando você se sente o cocô do cavalo do bandido. Você se surpreenderá com o resultado. E não se preocupe se você não tem paciência para ler. O filme faz o mesmo efeito. E você ainda se deliciar com Colin Firth e Hugh Grant se socando por uma mulher que pode ser você. Ou, se for homem, ver-se no lugar de Firth, apanhando e depois ganhando aquela gordinha que ta na seca, desesperada pra, er, ficar com você.
Próxima atração: Virginia Wolf ou Dan Brown? Fique ligado!!
Sunday, January 11, 2009
livros recomendados baseados em filmes
Bom, esse tipo de "análise palpitativa" aqui desse bloguito é inédita, com certeza. O que é irônico pelo fato de eu ser completamente louca por livros, mas compreensível pelo fato de não ser tão cinéfila assim. Ou talvez não. Sei lá. De repente o fato de não ser tão aficionada por filmes me desperte a vontade de defender os livros dos quais eles se originaram. O caso é que agora tenho visto bastante filmes (graças ao meu apaixonado marido, fã de filmes e não tão fã de livros - prefere revistas especializadas. Mas ainda mudo isso, hehe). E minha mente "nuts" decidiu, para azar de vocês, pobres leitores incautos, falar sobre esse assunto.
Vou começar pelo já clássico (pra não dizer velho), "Diário de Bridget Jones". No próximo bloco, quer dizer, post. Um minuto pro comercial. Quer dizer, pro xixi.
Vou começar pelo já clássico (pra não dizer velho), "Diário de Bridget Jones". No próximo bloco, quer dizer, post. Um minuto pro comercial. Quer dizer, pro xixi.
Monday, January 05, 2009
na recuperação
Depois que saí do hospício (voltei de Natal), demorei um pouco pra me readaptar à vida normal. E ainda estou me readaptando. O que está me ajudando é a observação. Que curiosamente tem-me feito ver cada loucura acontecendo...! Outro dia eu estava indo pegar o ônibus, quando vi um homem andando na minha direção, pelo canto da rua. Logo atrás, cerca de trinta metros atrás dele, uma mulher andando de bicicleta. Eu a vi, e obviamente subi na calçada (eu tambèm estava andando pela rua - costume horrível, eu sei). A rua era tranquila, quase não passavam carros ali, e o homem vinha tranquilamente pela "contra-mão", certo de ver algum carro assim que viesse. Mas não viu, obviamente, a ciclista que vinha atrás dele, que começou a sibilar, tipo atiçando cachorro, "tsss, tssss", pra chamar a atenção do senhor. Este tomou um baita susto com a mulher quase no "cangote" dele e subiu na calçada a tempo de escapar de um vexaminoso atropelamento. A mulher passou ventando e reclamou: "O senhor não enxerga não??" Não aguentei e caí na risada. Caramba, que gente sem noção!! É claro que não enxerga!! Pesquisas comprovam que 99,9% das pessoas são cegas do olho traseiro, e os outros 0,01% vêem névoas...
Depois a louca sou eu...
Depois a louca sou eu...
Marcadores:
croniquinhas,
descobertas,
semanário
Tuesday, December 30, 2008
terminamos...
Não, nem parece que o ano está acabando. Tá certo que esse conceito é relativo. O nosso ano novo é UM ano novo, dentre vários. Mas não deixa de ser estranho o fato de eu ter ainda uma sensação de continuidade. Em geral,quando o ano se encerra, temos encerrando também um ciclo. Mas acho que o meu está meio atrasado (ops, ficou estranho...). Sei que ainda faltam alguns assuntos, e que em breve devo encerrar meu "ano velho". Só não sei quando, nem como.
Meu calendário não é nada gregoriano.
Meu calendário não é nada gregoriano.
Marcadores:
descobertas
Sunday, December 14, 2008
it sucks to be lame
Sacanagem. Não gostei. Atualizei a biboca aqui, mas isso tá com cara de Gisele Bundchen. Ou seja, mais sem graça do que não sei o quê. Ainda por cima não sei mexer nesse código biruta que o blogger inventou agora só pra gente deixar de usar a criatividade e fazer nossos próprios templates... bando de fominha, só eles é que podem inventar...
É a primeira vez em 6 anos que deixo um layout do blogger mesmo. Mas eu sou chata, eu sou teimosa, eu vou mudar esse troço, cês vão ver.
É a primeira vez em 6 anos que deixo um layout do blogger mesmo. Mas eu sou chata, eu sou teimosa, eu vou mudar esse troço, cês vão ver.
Marcadores:
chaturas
Saturday, December 13, 2008
Thursday, December 11, 2008
Back to the front!!!!
Ei, pessoas!! Estou de volta!!! Espero que em definitivo (sem parafrasear Galvao BuECA...). Mudando, sempre, tanto o template (este, apesar de amado, é velho e logo vai pro vinagre de novo) quanto a temática do blog. Bem, nem tanto, porque eu já havia mudado um pouco o foco, tirado do meu umbigo (que não é lá essas coisas), pra temas diversos, textos inéditos, enfim. E é isso que vai ser, mais literatura, ficção, e gotas de pedantismo e notícias recentes à la Aline. Não sou "escritora de blogs", pra usar um termo bastante difundido agora na rede. Sou escritora, ponto. E se meus textos não estão bons ainda, me consolo com Machado. Até hoje não consegui ler "A mão e a luva", romancezinho meio "hn" do Juca (meu amigão, tá? deixa!). Se até ele no início escrevia coisas fracas, posso me conformar. Esperem só quando eu estiver na minha fase "Quincas Borba"...
Marcadores:
literatura,
machado de assis,
volta
Subscribe to:
Posts (Atom)
